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sábado, 26 de setembro de 2015

Sexo X Games: do que "ELAS" gostam mais?

SEXO VS GAMES


Os homens reclamavam sobre mulheres que não jogavam. E agora que elas preferem o jogo ao sexo?


Uma recente pesquisa feita pela empresa Doritos indicou que 84% de mil norte-americanas que gostam de games online preferem jogar a fazer sexo. O resultado foi obtido através de uma lista de preferências femininas que continha, entre outras atividades: tomar banho, fazer compras e exercícios físicos. O sexo foi apontado como segunda preferência feminina, perdendo para os games.

Jogar nunca foi uma brincadeira só para meninos. E hoje elas começam a achar mais interessantes os games até do que o sexo

No Brasil, é diferente?

Apesar de não possuir nenhuma pesquisa divulgada sobre o assunto, tudo indica que as brasileiras têm gostos bem parecidos aos das norte-americanas. "Acho que não só eu como muitas mulheres acreditamos que gastamos melhor o tempo fazendo uma quest em um jogo legal, e divertido, do que fazendo sexo" é o que afirma a assistente de criação, Juliana Fernandes Brigatti. Além dos jogos de RPG online, ela admite ser apaixonada por jogos de luta porque "sempre tem uns caras muito bombados e bonitos sem camisa".
Assim como Juliana encontramos também Erika Digon, responsável pelo departamento de relacionamentos do clube feminino CIA TPM. Erika diz ser ela mesma uma viciada em games, "Sou super games! E já perdi boas coisas da vida por causa disso! (rs)" e ainda confirma que, dentre as mais de cem associadas do clube, há muitas mulheres que dão preferência aos games.
 Pesquisa aponta: o console pode ser seu maior rivalPesquisa aponta: o console pode ser seu maior rival

Novos alvos para a indústria do entretenimento

Se a tendência aponta para garotas que abrem mão dos momentos com seus parceiros em troca de horas de diversão, não tenha duvidas que as produtoras já estão de olhos arregalados nessa fatia do mercado.
Jogos como FarmVille, Grand Chase e Second Life, além de funcionarem integrados a sites de relacionamentos conseguiram alcançar um público que dificilmente compraria um console, ou mesmo um game para PC. Jogar com os amigos aumenta o engajamento em um game, e essa interação é com certeza um dos maiores atrativos para o público feminino. Alem é claro dos gráficos fofinhos e personagens divertidos.
O mesmo podemos dizer da pesquisa que vimos acima. Ela foi encomendada pela Doritos como parte de seu plano de marketing para um novo sabor chamado Dip Desperado, que também contará com um game de Facebook na divulgação. É comum hoje em dia as empresas testarem o alcance de seus novos produtos e adaptar seu plano marketing para colocá-lo exatamente onde as pessoas o verão, seja dentro de um game, de uma comunidade virtual e onde quer que seu público alvo se encontre.
Grand Chase é um dos jogos fofinhos que elas curtemGrand Chase é um dos jogos fofinhos que elas adoram

Programa a três

Imagine a cena: você a leva para um jantar romântico, depois um cineminha e para fechar a noite ela propõe dar uma volta em seu jardim no Second Life. O desfecho pode parecer inusitado, mas tem rendido horas de diversão a muitos casais que encontram nos jogos um novo tipo de programa a dois - ou seria a três? Outro tópico da pesquisa feita pela Doritos indicou que uma a cada cinco mulheres que jogam, praticam a atividade na cama, ao lado do parceiro. Isso nos mostra que os games, não são só preferência das mulheres, como também já fazem parte do cotidiano de diversos casais.
Além de distração para os problemas do mundo real, os games dão menos trabalho do que muitos homens por ai. É o que nos conta Juliana: "O game vai sempre estar ali pra ti, independente de você jogar bem ou não. Ele não te julga e te faz passar por "apertos" os quais te farão mais forte daqui um tempo, isso sem te deixar de lado. Acho que eu namoraria um game, rs."

Relação recíproca

Há quem diga: quatro anos namorando e a cada dia que passa eu gosto mais do meu vídeo game. Uma coisa não se pode negar: relacionamentos não são tão simples quanto parecem. E, às vezes, se apegar a coisas menos duvidosas pode acabar sendo menos doloroso no final. É assim que pensa Juliana:
"Eu corri atrás de um garoto bastante tempo, e quando ele resolveu me dar atenção suficiente para que eu conseguisse sair em um encontro decente preferi me alojar na casa de um amigo e jogar Resident Evil. Pra mim, parecia o mais inteligente a se fazer, pois o jogo estava me dando mais do que o possível relacionamento, já que ele poderia ser um tempo perdido na minha vida."

Traído pelos games

Preferência ou não, temos que levar em consideração que o sexo, e conseqüentemente os homens, ainda fazem parte dessa estatística também. Perder a garota para aquele cara que você considerava inapropriado para ela já era difícil, imagine perdê-la para os games?
 Me senti trocado" revela San, ilustrador digital (não quis se identificar), que se sentiu uma "vítima" da preferência feminina pelos games. "O grande problema é quando você só vê ela no final de semana. Eu chegava animado para vê-la e me deparava com ela jogando." Ele admite que também gosta de jogar mas o problema era trocar o momento deles pela diversão eletrônica.

O ilustrador pondera sobre o comportamento da namorada e mulheres que se parecem com ela: "Acho que a situação é mais difícil ainda pra quem namora uma viciada em games que nunca namorou antes. Elas não tem o costume de praticar (sexo). Eu diria que as mulheres assim acham mais prazeroso fazer aquilo com o qual estão mais acostumadas a fazer".
Para a felicidade do casal, e principalmente dele, San diz que hoje já conseguiu contornar o problema, "antes ela preferia jogar, mas agora ela prefere o sexo".
A dica da gamer e assistente de criação Juliana para não perder a atenção do pretendente ou parceiro para os jogos é simples: "Basta serem mais atenciosos sempre, tentar partilhar esse gosto em comum e crescer na relação. Alguns (garotos) são até mais carentes que garotas que conheço, então... Sejam mais seguros. Nós mulheres não gostamos que chorem pela nossa companhia, e sim que tenham um pouco de atitude e amor próprio. É uma quest difícil, mas necessária para ambos os lados." 
Ele tentou compartilhar o amor pelos jogos. Não deu certo

 Afinal, sexo e games nem sempre precisam ser encarados como motivo para discórdia entre os sexos. Pelo contrário, essa pode ser uma boa combinação para suprir as necessidades de atenção e diversão que cada um tem na sua individualidade.
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