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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Já conhece os novos ditados populares na era digital?/Cinco nanotecnologias que vão dominar o mundo/Faça ligações gratuitas para telefones fixos de qualquer lugar do Brasil


Já conhece os novos ditados populares na era digital?
era.digital1 Já conhece os novos ditados populares na era digital
Como estamos na “Era Digital”, foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.
Vamos mostra mais de 20 ditados populares que foram adaptados a nova era digital:
1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. A arquivo dado não se olha o formato.
4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.
5. Para bom provedor uma senha basta.
6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
8. Hacker que ladra não morde.
9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
10. Mouse sujo se limpa em casa.
11. Melhor prevenir do que formatar.
12. Quando um não quer, dois não teclam.
13. Quem clica seus males multiplica.
14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer…
16. Quem não tem banda larga, caça com discada.
17. Quem semeia e-mails, colhe spams.
18. Quem tem dedo vai a Roma.com
19. Vão-se os arquivos, ficam os backups.
20. Diga-me que computador tens e direi quem és.
21. Uma impressora perguntou para a outra: – Essa folha é sua ou é impressão minha?
22. Aluno de informática não cola, faz backup.
23. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia… E depois se cola.
24. O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).
25. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia… e depois se cola.
26. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
27. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.

Cinco nanotecnologias que vão dominar o mundo

Tecmundo.com.br
Por definição, nanotecnologia é o estudo e a aplicação da manipulação de materiais a uma escala molecular. Qualquer estrutura construída pelo homem que tenha entre 1 e 100 nanômetros é considerada um produto nanotecnológico, uma escala tão pequena que só é visível com os atuais microscópios eletrônicos
Para que você tenha uma ideia, a cabeça de um alfinete tem 1 milhão de nanômetros de diâmetro, um glóbulo vermelho possui 2.500 nanômetros de largura, já o nanotubo de carbono tem 2 nanômetros de circunferência.
Essa área da ciência começou a ser levada a sério no final dos anos 80 e os benefícios que ela trouxe já são muitos, desde transistores em processadores até supermateriais. Mas a nanotecnologia que possuímos hoje ainda está engatinhando, se comparada com as previsões de avanços que ela ainda pode trazer.
O Tecmundo separou algumas das tecnologias mais promissoras que estão em desenvolvimento e poderão estar disponíveis em um futuro próximo (e outros não tão próximos assim). Confira!

Nanotubos de Grafeno

Grafeno
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Há tempos que a natureza e o homem conhecem a rigidez que uma estrutura cilíndrica pode proporcionar. Isso explica o porquê das patas dos elefantes ou o casco de um submarino ter aquela forma. Logo, não demorou até que nanoestruturas em formas de tubo também fossem exploradas.
Esses nanocilindros feitos de carbono puro têm inúmeras aplicações, graças à super-rigidez que este material extraordinariamente garante. Já existem projetos ambiciosos que tomam vantagem dessa liga, desde um elevador espacial até materiais mais resistentes para os automóveis.
Atualmente, existem muitas pesquisas ao redor de outra propriedade destes tubos: sua condutividade. Empresas como a Intel e a IBM estudam meios de transformar o grafeno em nanofios que poderiam substituir o silício, resultando em processadores muito mais rápidos. Porém, dominar a manipulação desse material tem se mostrado mais difícil do que imaginavam.

Nanomedicina

Nanomedicina
Nanorobôs atuando contra vírus (Fonte da imagem: Divulgação Nanotechnology Now)
Além de ter propriedades ideais para o uso no campo tecnológico, nanoestruturas também podem ser aplicadas a organismos vivos de qualquer tipo, motivo que faz a nanomedicina ser amplamente estudada.
Essa tecnologia poderia abranger praticamente qualquer área clínica, desde a criação de ossos sintéticos até nanorrobôs que podem combater vírus, sendo que várias das técnicas já estão em fases de testes.
Um bom exemplo são as nanocapsulas de ouro, utilizadas para unir dois tecidos vivos com perfeição, criando uma espécie de “solda biológica”.
Já na farmacologia, nanopartículas com propriedades luminescentes (chamadas de “quantum dots”) foram unidas às enzimas de remédios, permitindo enxergar com precisão como o metabolismo do paciente absorve um medicamento específico.
Muitas outras “nanotécnicas“ já foram testadas com sucesso em cobaias em laboratório, mas os efeitos colaterais que uso de nanopartículas sintéticas podem trazer para o corpo humano ainda são desconhecidas.



Gecko Tape


Gecko Tape
Nanorobôs atuando contra vírus (Fonte da imagem: Divulgação Nanotechnology Now)
Esse material ainda em desenvolvimento consiste em um polímero especial com capacidades altamente aderentes.
O nome refere-se ao lagarto Gecko, que possui milhões de micropelos em seus dedos que, combinados com o uso da eletricidade estática, garantem ao réptil a habilidade de fixar-se em qualquer superfície.
Outra propriedade desses pelos é a de se comportar como um velcro, permitindo que o lagarto se solte da superfície dependendo da direção que a foça é aplicada.
Engenheiros de vários centros de pesquisa diferentes têm usado a nanotecnologia para tentar replicar a microestrutura encontrada nas patas do Gecko.
As aplicações para um material desse tipo vão desde a medicina até a área aeroespacial. No futuro, luvas especiais com Gecko Tape poderiam fazer qualquer pessoa escalar qualquer superfície, seja ela áspera como uma rocha ou lisa como o vidro, fazendo até mesmo o Homem-Aranha sentir inveja.

Nanorrobôs autorreplicantes


Nanorobôs
Nanomáquinas (Fonte da imagem: Divulgação WordPress)
O nicho mais explorado e impressionante da nanotecnologia é também um dos mais assustadores, rendendo até histórias de ficção em que a tecnologia poderia se descontrolar, causando uma catástrofe de proporções apocalípticas.
Como o nome sugere, esse tipo de nanotecnologia consiste na criação de máquinas construídas em escala nanométrica, com a habilidade de se replicarem, construindo mais máquinas da mesma “espécie” sem a intervenção humana.
O campo mais indicado como cenário, onde robôs autorreplicantes poderiam ser aplicados, é o controle de vazamentos tóxicos. Uma pequena porção dessas nanomáquinas poderia ser usada para limpar um vazamento de petróleo, graças a sua habilidade de usar o material petroquímico para construir outras máquinas.
Em um cenário “feliz”, essas máquinas deixariam de se reproduzir quando o material que as alimenta acabasse (nesse caso, o petróleo). Já em um cenário infeliz, as nanomáquinas poderiam sofrer mutações imprevistas, permitindo a elas usar qualquer material para a replicação, incluindo a terra e os oceanos.

Nokia Morph

Apesar de ainda ser um produto conceitual, o projeto Nokia Morph materializa uma série de aplicações interessantes que a nanotecnologia pode trazer para os eletrônicos portáteis, como as telas semitransparentes maleáveis e superfícies autolimpantes.
 
O nome “Morph” vem da característica do gadget de poder assumir várias formas diferentes, variando também suas funcionalidades. Estendido em forma de “barra”, ele se comportaria como um telefone comum, mas basta dobrá-lo com as mãos para transformá-lo em uma pulseira, em um adereço de moda ou mesmo em um sensor olfativo.
Se considerarmos o que a nanotecnologia permite fazer hoje, o projeto Nokia Morph ainda é um sonho distante. Ainda assim, ele não deixa de ser um belo exemplo do que a manipulação em escala nanométrica pode trazer para os aparelhos de comunicação no futuro.


Faça ligações gratuitas para telefones fixos de qualquer lugar do Brasil

Aprenda a utilizar os serviços da Tellfree, que permite ligar para qualquer telefone fixo do país e conversar por até 10 minutos

Por Cristine Gleria Vecchi

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A empresa Tellfree está disponibilizando, por tempo indeterminado, o serviço de ligações gratuitas para qualquer telefone fixo do Brasil. A duração da chamada poderá ter até 10 minutos e ser realizada em qualquer horário.

O serviço é disponibilizado por meio da tecnologia VoIP, ou Voz sobre IP, que nada mais é do que uma forma de realizar chamadas telefonicas por meio de uma rede de dados IP, seja na Internet ou a sua própria rede interna. A atração principal de VoIP é possibilidade de redução de despesas, uma vez que as chamadas trafegam pela rede de dados, em vez de a rede da empresa de telefonia.
Realizando chamadas

Para utilizar o serviço você vai precisar:
Microfone e caixa de som (ou fone de ouvido);
Java Windows, Linux ou Mac;
Permissão do seu firewall;
Um navegador para acessar e utilizar o serviço de discagem.

Agora é simples. Acesse a página do serviço. Do lado esquerdo da tela, clique na imagem de um aparelho celular (sinalizado com a frase: faça chamadas gratuitas aqui).

Na tela que será aberta, digite o número que deseja telefonar, inserindo ZERO + CÓDIGO DE ÁREA + NÚMERO DO DESTINO. Exemplo: 011 2126 2700. Depois, basta clicar em Call e, para interromper a ligação, use Hangup. Atenção: mesmo que você esteja realizando uma ligação local, deverá inserir o código de área.



Fale com qualquer número fixo no Brasil sem pagar nada por isso

Antes de utilizar o serviço, é recomendável fazer um teste da sua conexão, que é oferecido pelo próprio site (clique na aba Teste de banda). Para que a telefonia IP tenha qualidade perfeita, sua conexão deverá garantir, no mínimo, 30k de upload e download por canal de voz (recomendação da empresa que oferece o serviço).

Ponto positivo e negativo

O lado bom é que o serviço não exige cadastro e o ruim é que, enquanto a ligação não é iniciada, são exibidas propagandas da empresa, o que é perfeitamente aceitável já que estão oferecendo o serviço gratuitamente. Outro detalhe: os 10 minutos começam a contar a partir do momento em que começa a chamar, e não do efetivo início da conversa.

↓ Assista Tv de Graça por Aqui!













1. (Feche as propagandas, clique no canal em que deseja assistir e aguarde o vídeo carregar)
2. (Se preferir, após o carregamento do vídeo, amplie-o para melhor visualização)



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Concursos Públicos

STF: aprovados dentro das vagas têm direito à nomeação
Os concurseiros têm um bom motivo para comemorar. Em um ato histórico, o Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que todo aprovado em concurso público, dentro do número de vagas previstas no ed l, tem direito à nomeação. A decisão foi unânime e irá vigorar em todo o território brasileiro. Tramita agora no Congresso, projeto que garante a nomeação dos classificados. Parabéns a todos pelas conquistas!

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